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Ontem partilharam comigo este artigo e, realmente, faz todo o sentido. É uma amostra de que realmente só damos importância a certas questões quando elas se tornam fisicamente reais o que, nalgumas patologias mentais, pode representar fins demasiado trágicos.

 

Tomei a liberdade de traduzi-lo. Acho que os senhores do Huffington Post não me irão processar :)

 

Não é segredo que existe um estigma sério associado à doença mental. De acordo com o CDC, apenas 25% das pessoas com doença mental sentem compaixão e simpatia por parte dos outros. É uma estatística vergonhosa quando 1 em cada 4 pessoas sofre/ sofreu de alguma forma de doença mental.

 

Os profissionais dizem que parte do problema quando alguém com doença mental é criticado está relacionado com a falta de empatia e conhecimento acerca da mesma. Ainda, apesar de todas as evidências e esforços no sentido de uma compreensão alargada por parte da população em geral, muitas pessoas ainda não percebem que ser diagnosticado com uma doença mental não é algo que possa ser controlado pela pessoa em questão - tal como não o pode uma constipação, uma intoxicação alimentar ou cancro.

 

Numa tentativa de re-enquadrar esta posição, o artista Robot Hugs criou uma BD que mostra como seria se tratassemos a doença física como tratamos a doença mental. Veja abaixo.

 

Dá que pensar, não?

o-ROBOT-HUGS-570.jpg

fonte: www.huffingtonpost.com

 

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