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*Serviços* Consulta em Psicologia Clínica

por centrosermais, em 27.02.14

Muitas são as situações que tornam pertinente a procura de ajuda especializada a este nível. O divórcio dos pais, a exigência escolar, a perda de um familiar, bullying, entre outros, são episódios causadores de sofrimento que podem conduzir à desadaptação emocional e/ ou comportamental dos mais novos.

Por outro lado, também sintomas como o medo, a ansiedade, as dificuldades no sono e na alimentação podem evidenciar a presença de algum desequilíbrio psicológico, sobre o qual se torna necessário atuar, de forma a compreender e a resolver, garantindo o bem-estar e felicidade da criança ou jovem.

 

 

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"O avô foi para o céu"...

por centrosermais, em 27.02.14

.. "O Snoopy foi brincar com os outros cães num sítio especial"... "A avó é a estrela mais brilhante"...

 

Explicar a Morte a uma criança é uma tarefa difícil. E talvez o seja porque até para nós, adultos, não é pacífico aceitar e compreender a ausência eterna de alguém que nos é tão querido.

 

O pensamento "... E o que acontece depois?"gera tamanha confusão nas crianças que estas ficam muitas vezes presas a essa pergunta por não conseguir racionalizar, dar uma expressão ou um sentido à morte de alguém.

 

Além de uma conversa honesta e da securização da criança face à morte, os livros podem ser um excelente recurso para ajudar as crianças a ultrapassar esse obstáculo de forma mais saudável. Dada a sua natureza fantasiosa que garante alguma distância emocional, o livro permite que a criança viva e trabalhe as suas próprias emoções através do personagem principal, reorganizando assim o seu pensamento e dando um sentido àquilo que está a sentir.

 

"Não é fácil, pequeno esquilo!", Kalandraka

 

"O esquilo vermelho estava triste. Sentia uma dor muito forte porque a mãe tinha morrido e pensava que nunca mais voltaria a ser feliz." De Elisa Ramón.

"Para onde vamos quando desaparecemos?", Planeta Tangerina
"Para onde vamos quando desaparecemos?" aproveita a ausência de respostas “preto no branco” para lançar novas hipóteses – mais coloridas e poéticas, mais sérias ou disparatadas, conforme o caso... – e assim iluminar um tema inevitavelmente sombrio. "Para onde vamos quando desaparecemos?" aborda de forma subtil o tema da ausência, do desaparecimento e da morte. Não trazendo respostas definitivas, abre as portas à imaginação, tornando o tema (mesmo que por breves instantes) um pouco mais leve." De Isabel Minhós Martins.

 


 

 

"O Livro da Avó", Ed. Afrontamento

 

O Livro da Avó resgata memórias de ternura: das festas com coca-cola, das brincadeiras com os primos, dos passeios e da varanda com o mar como horizonte. Grande, velhinha e enrugada como a maioria das avós. E quando já somos grandes e nos lembramos percebemos a falta que nos fazem." De Luís Silva.

 Cláudia Pedro

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Prática desportiva e Sucesso escolar

por centrosermais, em 24.02.14

É sabido que fazer exercício com alguma regularidade faz bem à saúde, o que por vezes nos esquecemos é que também faz muito bem à mente – já diz o ditado “mente sã em corpo são”.

 

Um estudo, da Universidade do Texas, nos E.U.A., afirma isso mesmo, que a prática diária (ou no mínimo três vezes por semana) de exercício físico melhora a circulação sanguínea cerebral. Os autores deste estudo concluíram que são os exercícios aeróbicos, os que mais ajudam a atrasar o envelhecimento cognitivo, principalmente no que respeita a funções relacionadas com a memória, com a capacidade de visualização espacial e processamento de informação.

 

Em Portugal, uma equipa de investigadores da Faculdade de Motricidade Humana, da Universidade Técnica de Lisboa, também concluiu que os alunos que mais praticam exercício físico, que possuem uma melhor preparação cardio-respiratória, são alunos com melhores resultados escolares, nomeadamente a Português, Matemática, Inglês e Ciências. Esta investigação demonstrou, também, que a aposta numa atividade física regular ajuda ao desenvolvimento psicológico de cada criança, estimulando a auto-estima, a autonomia, o positivismo, entre outros.

 

 

Podemos concluir, então, que os resultados positivos decorrentes da prática de desporto “não se esgotam na saúde”.

 

Adaptado por Márcia Fidalgo

 

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Parentalidade Positiva #02

por centrosermais, em 24.02.14

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Parentalidade Positiva #01

por centrosermais, em 24.02.14

 

 

 

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O que é para ti um Amigo?

por centrosermais, em 20.02.14

Perguntar a uma criança o que é, para si, um Amigo pode dar origem a respostas que, muitas vezes, não estamos à espera de ouvir. Umas, pela sua criatividade, outras pela forma apurada e inequívoca como fazem salientar, de forma inocente e descomplexada, as verdadeiras características de uma Amizade.

 

“Ser Amigo” é-nos trazido pelas mãos da Kalandraka, diretinho das mãos e coração da autora e ilustradora Arianna Papini. Este é um livro que nos fala sobre a a aceitação da diferença, o respeito, a confiança e o afeto, e que promete ajudar a incutir nos nossos pequenos os valores de uma grande Amizade!

 

... E o que é afinal ser Amigo?
"Confiarmos um no outro"
"Sabermos que há sempre alguém por perto mesmo quando menos esperamos"
"Apoiarmo-nos nos tempos difíceis"
"Sentirmo-nos iguais ainda que sejamos diferentes"
Cláudia Pedro

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Já é altura de começar a ler para o meu filho?

por centrosermais, em 19.02.14

Vários projetos realizados em alguns países mostram-nos que a literacia precoce desenvolve-se incitando práticas de leitura partilhada com os pais logo desde muito cedo. Assim sendo, é defendido que a leitura em voz alta e o contacto diário das crianças com os livros adequados à sua faixa etária deve ser incentivado a partir dos 6 meses de idade.

 

A partir desta idade, e até aos 12 meses aproximadamente, o seu filho já é capaz de observar os livros e tentar agarrá-los, já vira as páginas (ainda que com a sua ajuda), já mostra algum interesse por imagens ou caras e, muito importante, já reage à voz do adulto com sons e gestos. Altura perfeita para começar a “brincar” com as palavras, ajudando o seu filho, por exemplo:

 

  • a ligar o som das palavras ao seu significado;
  • a mostrar-lhe o livro e apontar para as imagens dizendo o nome do que está na imagem -  cores, animais, sentimentos, etc.;
  • a reagir positivamente ao que a criança está a fazer (virar a página, apontar para uma imagem,…), dando a entender que percebe o que ela quer “dizer”.

Toda esta interação estimula o desenvolvimento do seu filho bem como fortalece, também, os laços afetivos dentro da própria família.

 

Na hora de escolher as histórias que vão ler, opte por livros:

  • mais coloridos, com fotografias e imagens nítidas;
  • de capa grossa ou plastificada;
  • resistentes e laváveis;
  • que apresentem diferentes texturas, ou com lacunas para as crianças poderem explorar com as mãos;
  • com páginas fáceis de manusear.

Uma sugestão: se o seu filho não estiver a mostrar interesse, não fique preocupado nem insista. Tente outra história ou leia a mesma noutra altura.

 

Boas Leituras!

Adaptado por Márcia Fidalgo

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*Serviços* Consulta de Terapia da Fala

por centrosermais, em 18.02.14

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Obesidade Infantil – o perigo dos refrigerantes

por centrosermais, em 14.02.14

Ao vermos este vídeo, que vos apresentamos mais abaixo, não podemos deixar de partilhar convosco os perigos que estão por detrás de um simples “sumo”.

Os refrigerantes já remontam o século XVI e desde então que o seu consumo só tem crescido. São frescos, saborosos, gulosos… enfim, as crianças adoram e os anúncios publicitários de que somos diariamente alvos levam-nas a querer ainda mais este tipo de bebida. Cabe-nos a nós, adultos, pôr um travão e mostrar às nossas crianças que a ingestão diária de refrigerantes faz muito mal à saúde:

-       Bebidas altamente calóricas;

-       Aumento no risco de ter um Ataque Cardíaco ou um Acidente Vascular Cerebral;

-       Aumento da Obesidade Infantil;

-       Predisposição a desenvolver níveis elevados de gordura no sangue;

-       Desenvolvimento da Diabetes tipo 2;

-       Perda óssea (refrigerantes ricos em ácido fosfórico tornam o sangue mais ácido e o corpo para equilibrar utiliza o cálcio presente nos ossos.);

 

E desenganem-se os que nos estão a ler e a pensar “Ah, mas lá em casa só entram bebidas light ou zero…”, pois até essas bebidas, apesar de ter um nível de açúcar mais reduzido, nos fazem mal, na medida em que o sódio presente é bastante elevado. O excesso de sódio é tão preocupante quanto o do açúcar, isto porque o consumo excessivo de sódio fomenta a retenção de líquidos, promovendo um aumento da pressão arterial que por sua vez nos deixa mais susceptíveis a doenças cardiovasculares.

 

            Cortem de vez com estas bebidas extremamente prejudiciais à saúde e bebam água, que é o que há de melhor para o nosso corpo e também porque “Quem alimenta, cuida!”.

 

Nota: Não concordamos com o final do vídeo, podiam ter escolhido outro local que não aquele.

 

 

Adaptado por Márcia Fidalgo

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Crianças autónomas: Adultos felizes!

por centrosermais, em 12.02.14

Todas as crianças são, no seu nascimento, uma tela em branco. À medida que crescem, revelam-se. É incrível como, desde tão pequenos, já são entre si tão diferentes, com os seus temperamentos, sensibilidades, manias e opiniões. As crianças trazem consigo muitos e muitos sonhos, que porão em marcha com a ajuda sábia dos seus pais.

 

                                                                                             

Crianças autónomas são crianças mais felizes. São crianças que se sentem confiantes ao explorar o mundo em redor e que partem para a relação com os outros de uma forma mais espontânea, segura e recetiva. Compreendem os seus comportamentos e assumem a sua responsabilidade sobre os mesmos, desenvolvendo uma matriz de valores pessoais e sociais fundamental para si e para o Mundo em geral. Estas crianças compreendem o seu papel, enquanto filho, enquanto aluno e, um dia, enquanto profissional, reconhecendo que o seu sucesso está diretamente relacionado com a qualidade do empenho que colocam nos seus desafios, e estão dispostos a aprender e a repensar a sua atitude após os seus erros.

 

Ensinar requer tempo e paciência. É muitas vezes mais fácil supervisionar as tarefas e acabar por ser a mãe a acabá-las, porque o faz mais rápido, porque o faz melhor e porque sentiu pena do seu filho ao vê-lo com dificuldades. Contudo, são estas dificuldades que empurram as crianças para o seu crescimento e as tornarão adultos mais capazes e, consequentemente, mais felizes.

 

Pais e Educadores devem criar oportunidades onde as crianças possam tomar decisões e assumir a responsabilidade resultante da mesma. Ensinar como fazer e manter-se na retaguarda, deixando-as explorar, cometer erros e aprender com os mesmos, é o tipo de postura que mais potencia o desenvolvimento da autonomia.

 

Como? Segundo Ridvan Foxhall, estas são as melhores formas:

 

1)      Permita que as crianças façam escolhas: A possibilidade de escolha dá às crianças a oportunidade

de ter algum controlo num mundo onde os adultos tomam todas as decisões;

 

2)      Respeite a luta: Dêem-lhes tempo para vivenciar as suas dificuldades. Estas desenvolvem a sua força;

 

3)      Quando têm um problema, não lhes dê a resposta de bandeja: Encoraje-os a responder às suas

próprias questões, pesquisando, refletindo, conversando;

 

4)      Deixe-os fazer por si próprios: Não faça pelas crianças aquilo que conseguem fazer por si próprias.

Incentive-os a vestir-se sozinhos, a escovar os dentes ou a ajudar nas tarefas em casa. Se o fizer desde cedo,

verá o orgulho com que se apresentarão perante os outros;

 

5)      Não os desencoraje: Mesmo que considere que a criança não será capaz de determinada coisa, deixe-a tentar e dê-lhe o seu apoio. Permita que saiam da sua zona de conforto. Se a criança conseguir, perfeito. Se não conseguir, aprenderá com a experiência e sentirá que pode contar consigo;

 

6)      Deixe as crianças falar por si: Quando alguém faz uma pergunta ao seu filho, deixe que ele responda. É um forte sinal de respeito por si e pelas suas opiniões.

 

Mãos à obra: o Crescimento do seu filho já está em andamento! :)

 

Cláudia Pedro

 

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