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Dicas para amamentar!

por centrosermais, em 26.07.14

Amamentar o seu bebé é das sensações mais incríveis que uma mulher tem na sua vida. Além de criar uma ligação muito especial entre mãe e filho, amamentar o bebé com leite materno traz inúmeros benefícios para o recém-nascido.

 

Contudo, por várias razões, nem sempre é fácil amamentar. Seja devido à formação de gretas nos bicos dos seios, tornando o ato de amamentar doloroso para a mãe, seja devido à dificuldade do bebé sugar o leite, há vários constrangimentos que podem complicar este ato tão especial e benéfico.

 

Além disso, ninguém nasce ensinado, e é normal que no primeiro filho, haja algumas dificuldades naturais de quem nunca foi mãe.

 

Para a ajudar, neste artigo poderá conhecer algumas dicas para amamentar.

 

Dicas de Amamentação

 

Dica 1
Quando der a mama ao seu bebé, coloque os seus dedos em tesoura por debaixo do seio, de forma a suportá-lo, sem no entanto apertar na zona do mamilo. A ideia é segurar o seio sem cortar o fluxo do leite para o bebé.

 

Dica 2
Ajude o seu bebé a colocar o mamilo dentro da boca. Para isso, aperte a auréola do mamilo, ao mesmo tempo que encosta o mamilo na boca do seu bebé. Mantenha essa posição até o bebé ter colocado o mamilo e a auréola dentro da boca. Não se esqueça que o nariz do bebé deve ficar à mesma altura que o mamilo.

 

Dica 3
Quando o bebé estiver a sugar o leite, verifique se os lábios estão na posição correta, isto é, virados para fora. Se estiverem virados para dentro, force delicadamente os lábios a ficar na posição correta. O bebé deve ficar sempre pertinho do seio, com o queixo e o nariz a tocar na pele da mama.

 

Dica 4
Se a sua mama estiver muito dura e cheia, antes de amamentar deve massajá-la, de forma a ficar mais mole e flexível para o bebé mamar.

 

Dica 5
No final de amamentar o seu bebé, espalhe sempre um pouco do seu leite pelo mamilo e pela auréola, deixando que este seque naturalmente. Isto irá ajudar a que não se formem gretas.

 

Dica 6
Durante um dia, o bebé recém-nascido deve fazer no mínimo 8 mamadas. Assim, durante o período diurno, deve acordá-lo a cada 2/3 horas, e durante o período noturno, se ele não acordar com fome, deve acordá-lo em cada 5 horas.

 

 

 

Fonte: Grávidas Online

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As "quedas" só nos tornam mais fortes…

por centrosermais, em 24.07.14

… a força, a coragem para continuar e não desistir daquilo que se quer, as lágrimas sofridas, os sorrisos merecidos… Tudo num video muito inspirador sobre a relação mãe/filho.

 

As "quedas" só nos tornam mais fortes…

 

 

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Tal como nós, adultos, também as crianças sentem raiva, mostrando por vezes alguma agressividade na sua atitude.

 

Quando nos sentimos sob ameaça, quer esta exista ou não, tendemos a ter uma de três reações possíveis: paralizar, fugir ou reagir. A raiva/ agressividade é considerada uma estratégia do nosso corpo reagir para combater a ameaça.

 

Se comummente as ameaças que identificamos são mais de natureza física, a verdade é que, se calhar até sem nos apercebermos, nos sentimos muitas vezes ameaçados pelos nossos próprios sentimentos e emoções. O medo, a frustração, a desilusão é por vezes tão forte que, para evitar o sofrimento, tendemos a descarregar toda a tensão no exterior, seja através da destruição de objetos ou mesmo do ataque a outros.

 

Nas crianças, nem sempre os ataques parecem fazer sentido. Estas podem reagir com uma intensidade elevada a episódios diários aos quais nem sempre conseguimos reconhecer a importância que os mesmos assumiram para a criança: luta com os irmãos porque brincaram com os seus brinquedos, uma resposta impulsiva à professora que o fez sentir envergonhado perante os colegas ou agressão a um colega que tentou assustá-lo.

 

É fundamental que, em casa junto da família, se promova um ambiente onde agressividade possa ser gerida de forma construtiva, garantindo assim um desenvolvimento emocional mais saudável. De que forma?

 

1) Controlando os impulsos agressivos: Já no jardim de infância, é esperado que as crianças consigam lidar com o aumento de adrenalina que sentem, sem precisar de agredir outros para lidar com essa sensação. Ao aceitarmos que estes episódios de fúria podem ocorrer naturalmente nas crianças, ser-nos-á mais possível lidar com mais calma com os mesmos, o que fará com que a criança se acalme gradualmente, dominando os seus impulsos e aprendendo competências emocionais sem que necessite de se magoar a si e/ ou aos outros;

 

2) Conhecendo as verdadeiras razões por trás da raiva – Depois de explodir, a criança tende a seguir em frente, esquecendo o episódio. Ajude o seu filho a compreender o que o levou a agir: a vergonha por não saber a resposta certa na aula, o medo de ser ignorado pelos colegas… se ele compreender o que sente, deixará de precisar de defender-se, atacando, e conseguirá resolver os seus verdadeiros problemas;

 

3) Estimulando o seu filho a procurar possíveis formas de resolução de problemas – Se o seu filho fica irritado porque o irmão mexe nos seus brinquedos, então poderá começar a arrumá-los num sítio inacessível ao mais pequeno. Se compreender que, por vezes, também é co-responsável pelos conflitos em que se envolve, poderá alterar o seu comportamento de modo a não sofrer consequências. O objetivo será sempre ensinar o seu filho a utilizar a sua raiva como motivação para alterar os comportamentos que causam o conflito.

 

Com o tempo, com calma e sentindo a segurança necessária para expressar a raiva que sente e encontrar as razões associadas à mesma, a criança conseguirá aprender a manifestar as suas necessidades e desejos sem precisar de ser agressivo. Tornar-se-á mais fácil para si colocar-se no lugar dos outros e procurar soluções onde ambas as partes beneficiem.

 

Claudia Pedro

Psicóloga

www.centrosermais.com | www.facebook.com/centrosermais

 

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Intoxicações Alimentares

por centrosermais, em 08.07.14

Intoxicações alimentares são doenças provocadas por água ou alimentos contaminados.
Saiba como evitá-las!


De acordo com a Organização Mundial de Saúde, um em cada três habitantes de países industrializados sofre, por ano, intoxicações alimentares - doenças transmitidas pelos alimentos. No verão, são mais frequentes devido à temperatura ambiente elevada, pelo que são necessários cuidados redobrados na confeção e conservação dos alimentos durante os dias de maior calor.

Como evitar as toxinfecções alimentares?

  • Escolha alimentos frescos e cuja origem lhe inspire confiança;
  • Não consuma ovos e carne de frango (ou de aves) que não estejam completamente cozinhados;
  • Lave frequentemente as mãos – sobretudo depois de ir à casa de banho;
  • Evite espirrar ou tossir para cima dos alimentos;
  • Não coma ou fume enquanto manipula os alimentos;
  • Lave cuidadosamente os alimentos que vão ser consumidos crus (caso das alfaces ou da fruta), bem como os utensílios de cozinha e superfícies que contactam com os alimentos (ex.: bancas de cozinha);
  • Não utilize os mesmos utensílios para alimentos crus e cozinhados;
  • Depois de confecionados, os alimentos devem ser consumidos num curto espaço de tempo. As sobras devem ser conservadas no frigorífico, pois só assim se pode evitar a multiplicação de micróbios presentes nos alimentos.

 

 

 

Fonte: ABCriança

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E o que devo levar para a maternidade?

por centrosermais, em 07.07.14

 

Com a data prevista para o parto a chegar, está na altura de preparar tudo o que tem de levar para a maternidade.

Sendo uma altura de grande ansiedade, os preparativos são uma parte importante na gestão emocional da futura mãe.

Além de ser algo necessário, esta preparação ajuda também a grávida a ter a mente ativa e mais tranquila.

Neste artigo pode saber o que deve levar a bolsa de maternidade, tanto para a grávida como para o bebé.

 

Bolsa maternidade – o que levar?

Apesar de existir uma data prevista para o parto, nem sempre o nascimento ocorrer nesse dia. Logo, é aconselhável que a bolsa maternidade esteja pronta quando tiver 36 semanas de gravidez, pois a partir desta data o nascimento pode ocorrer em qualquer altura.

Além disso, a preparação da bolsa deixa de ser um motivo de stress em caso de entrar em trabalho de parto. De seguida pode conhecer a lista de itens que a bolsa maternidade deve conter.

 

Malinha da mãe

- documentos pessoais;
- últimos exames realizados durante a gravidez;
- 5 cuecas: elas devem ser grandes e confortáveis, já que irá ter que as usar com absorventes grandes. De preferência, use-as pelo menos uma vez durante a gravidez para verificar se estão confortáveis. Pode também preferir cuecas descartáveis, devendo neste caso levar 15;
- 3 pijamas: deve ter abertura à frente para mais facilmente amamentar o bebé;
- soutien de amamentação;
- robe;
- Chinelos;
- Meias;
- discos absorventes para o seios;
- creme protetor dos mamilos;
- pensos higiénicos: é habitual existir hemorragia vaginal após o parto, seja ele natural ou por cesariana;
- produtos de higiene pessoal: champôo, condicionador, desodorizante, sabonete, escova e pasta de dentes, creme hidratante para a cara e escova;
- revistas ou livros para ler;
- máquina fotográfica carregada;
- Roupas confortáveis para o dia que sair da maternidade.

 

Malinha do bebé

- 6 macacões;
- 6 bodys;
- 6 calcinhas com pé;
- uma manta de algodão;
- dois casaquinhos de lã;
- duas chupetas com tamanhos diferentes;
- 6 fraldas de tecido;
- 3 pares de meias ou sapatinhos de tecido;
- um gorro;
- 2 toalhas de banho;
- fraldas descartáveis: se a maternidade der, não necessita de levar. Se não disponibilizar, deve levar 4 por cada dia que lá estiver (entre 12 a 16).

 

 

 

Fonte: Grávidas Online

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Três curiosidades sobre os bebés!

por centrosermais, em 07.07.14
Por que fazem careta com as primeiras papinhas?


Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a rejeição inicial é esperada e os pais devem ter paciência, já que a careta pode ser um indicador de que a criança ainda não se acostumou ao sabor de um determinado alimento. Aqueles que forem recusados devem ser oferecidos mais dez vezes, pois, ao repetir o sabor, a criança tende a se acostumar com ele. Procure dar alimentos que não tenham cheiros muito fortes. Uma pesquisa da Universidade de Bourgogne (França) indicou que meninos e meninas de 0 a 2 anos apresentavam alto índice de rejeição para odores também considerados desagradáveis para o olfato de um adulto. Ou seja, eles aprendem a identificar cheiros bem cedo!

 

Por que se emocionam com algumas canções?


A professora Pernambucana Rebeca Duarte, 39 anos, é amante da musica e dedica seu tempo livre a tocar instrumentos como saxofone, sanfona e pífano. Isaac, seu filho de 8 meses, fica emocionado ao ouvir a mãe cantar. Mais ainda se for “Voa Coração”, de Toquinho, que foi tocada durante seu parto em casa. “Ele fica todo sorridente, com um brilho nos olhos bem abertos”, conta a mãe.

Já a irmã mais velha de Isaac, Inaê, 6, guarda outra relação com as canções, mas não menos comovente. Quando recém-nascida, a menina era muito sensível a timbres melancólicos e chorava quando eles tocavam. Paira a duvida: como duas crianças podem ser capazes de interpretar a complexidade de uma produção musical e reagir com tanto sofrimento?

Pesquisadores do Laboratório Internacional do Cérebro, da Universidade de Montreal, arriscam uma teoria: desde os primeiros meses de vida, as crianças sabem distinguir uma canção feliz de outra cantarolada em tom neutro. A forma como uma mãe solta a voz, segundo os estudiosos, carrega uma conotação sentimental que é facilmente percebida pelo filho. É por isso que ele pode, sim, se sentir tocado por determinada melodia.

 

Por que adoram arrancar a própria roupa?


A partir de 1 ano, quando a criança ganha independência, quer mostrar para ela mesma e para seus cuidadores que já sabe realizar tarefas sozinha. Tirar a roupa por conta própria ilustra bem essa fase. Acostumado a ver os adultos se vestirem e despirem todos os dias, seu filho sentira prazer em realizar essa ação sem precisar de ajuda.

Não deixe de explicar que, durante o dia, ele precisa ficar vestido, enquanto a noite deve trocar de roupa e colocar um pijama. Elogios são sempre bem-vindos para reforçar o que é certo e desencorajar as atitudes indesejadas. Uma boa forma de ensinar esses conceitos é apresentando às crianças bonecos que trocam de roupa.

 

 

 

 

 

Fonte: Revista Crescer

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Pais que protegem demais

por centrosermais, em 06.07.14

 

É uma ideia de senso comum que negligenciar uma criança é prejudicial ao seu desenvolvimento. Contudo, o que se começa a compreender é que a proteção em excesso pode ser tanto ou mais perigosa quanto a negligência.

 

A comunidade de psicólogos compreendeu que uma criança cujos pais não sejam suficientemente atentos pode desenvolver algumas problemáticas emocionais, mas tende a readaptar-se para se proteger e manter equilibrada. Já as crianças cujos pais são excessivamente protetores podem acabar por não conseguir desenvolver-se adequadamente de todo.

 

A questão do bullying

Dieter Wolke, Ph. D, Professor de Psicologia do desenvolvimento da Universidade de Warwick no Reino Unido e autor deste estudo, dá-nos um exemplo prático das consequências: "A sobreproteção pode aumentar o risco das crianças se tornarem vítimas de bullying". De acordo com esta revisão de 70 estudos que englobam 200 mil crianças, pais que protegem os seus filhos de experiências negativas tornam-nos mais vulneráveis. Pais atentos e que acompanham a vida diária dos seus filhos previnem o bullying. Pais que protegem demasiado os seus filhos, aumentam os riscos destes se tornarem alvos mais fáceis.

 

O objetivo dos pais, segundo o Dr. Wolke, é o de tornar as crianças competentes, efetivas e autónomas. As crianças precisam de lidar com doses controladas de stress e de experiências negativas para que possa desenvolver estratégias para lidar futuramente com situações de perigo/ desgaste mais acentuados.

 

5 aspetos a considerar (para pais e professores):

 

1. Ensine às crianças formas de resolver os seus problemas;

 

2. Mostre-lhes a importância de saber gerir os conflitos com os outros, recorrendo à lógica, à empatia e à sua capacidade de dialogar;

 

3. Ajude-os a desenvolver a inteligência emocional - a IE permite-nos tornar-nos mais auto-conscientes, conseguir gerir as nossas próprias emoções, ser socialmente consciente e gerir a relação com os outros. A IE desenvolve a resiliência;

 

4. Ensine-os a definir e a gerir expetativas;

 

5. Não faça por eles. Ensine-os a fazer por si próprios.

 

 Agora é convosco, pais e professores, o que acrescentariam a esta lista?

 

 

Claudia Pedro

Psicóloga

www.centrosermais.com

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Em 2013, 25.000 crianças usaram esta pulseira, distribuída gratuitamente pela PSP

 

Desde o passado dia 1 de julho que está no ar a 3.ª edição do programa da PSP “Estou Aqui!”, que distribui gratuitamente 30 mil pulseiras para ajudar os pais e educadores a localizar crianças perdidas durante o Verão.
 
Este ano, a Polícia de Segurança Pública (PSP) tem 30 mil pulseiras para distribuir, sendo que já podem ser requisitadas nas esquadras da PSP de todo o país, após ativação do pedido através da página da Internet do programa (https://estouaqui.mai.gov.pt/).
 
A pulseira é ativada em poucos minutos e a sua validade termina a 30 de Setembro. As pulseiras que já foram ativadas em anos anteriores já não podem, este ano, ser reativadas.
 
Esta 3.ª edição tem uma novidade: as pulseiras podem ser utilizadas por crianças estrangeiras que estejam de visita a Portugal e por filhos de portugueses que façam férias em países da União Europeia, adiantou à Lusa o porta-voz da PSP, Paulo Flor, sublinhando que há 27 Estados-membros que têm uma ligação direta ao 112, número europeu de emergência.
 
A pulseira, destinada a crianças entre os dois e os nove anos, pode também ser usada por crianças que pertencem a escolas, campos de férias e instituições.
 
Pulseira permite ativar mecanismos de segurança

Segundo a PSP, o programa "visa facilitar e agilizar a localização dos educadores ou pais de crianças perdidas no período de Verão".

Cada pulseira “é única”, sendo atribuída a cada uma um número diferente que, apesar de ser percetível, só pode ser lido pela PSP, através da base de dados.
 
Em caso de desaparecimento da criança e através de uma chamada para o 112, serão acionados os mecanismos necessários de comunicação com as forças de segurança, que enviarão para o local do desaparecimento da criança uma patrulha policial.
 

Ao mesmo tempo, a PSP realiza o contacto com o responsável pela criança perdida, de acordo com os registos fornecidos no ato de adesão e ativação da pulseira.

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