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Alimentação do Bebé *Workshop*

por centrosermais, em 26.11.14

É no primeiro ano que o crescimento e o desenvolvimento acontecem com maior rapidez, o que suscita muitas dúvidas e preocupações junto dos recém-papás.

 

Uma alimentação correta é fundamental para garantir a satisfação das necessidades biológicas e fisiológicas do bebé, assegurando um futuro saudável.

 

Neste sentido, o Ser Mais está a promover um workshop totalmente dedicado à alimentação do bebé no primeiro ano de vida. No final do mesmo, os pais serão capazes de:

- Reconhecer os benefícios da educação alimentar;

- Saber quais os alimentos a introduzir na alimentação, bem como de que forma e quando fazê-lo;

- Reconhecer e prevenir alergias e intolerâncias;

- Identificar os alimentos contra-indicados;

- Ler e compreender os rótulos;

- Confecionar receitas e elaborar menus adaptados às necessidades dos seus bebés;

- Lidar com a recusa a certos alimentos.

alimentaçao do bebe-02-01-01.png

 Veja também: http://www.centrosermais.com/#!alimentacao-no-primeiro-ano-de-vida/cenf

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Ao navegar ontem pela Net, fui de encontro a este artigo e logo me pareceu que seria interessante partilhá-lo convosco.

Pois trata-se, então, de um artigo que nos põe a pensar se devemos ou não alterar a forma como por vezes nos dirigimos aos mais novos/ adolescentes. Bem sabemos que quando falamos para as nossas crianças, a nossa intenção é sempre a melhor – dar conselhos, ajudá-la a decidir pelo melhor, etc. –, no entanto não nos apercebemos que por vezes podemos estar a passar a ideia errada.

 

Será que é mesmo importante substituir algumas das palavras ditas “prejudiciais” por outras mais “atenciosas” para que dessa forma ajudemos de forma mais ativa na construção das suas personalidades? Ou será que eles entendem bem o que dizemos e a forma como o dizemos? Com isto, está lançado o desafio ao debate. Queremos a vossa opinião! Que vos parece?

 

Seguem algumas das expressões tal e qual como estão no artigo:

 

“Como dizemos: "Para mim, você é o melhor."

O que eles ouvem: "Sua função é me fazer feliz."

Como devemos dizer: "Você deveria sentir orgulho do esforço que fez."

 

Como dizemos: "Olha a língua!"

O que eles ouvem: "Ignorei o que você está tentando dizer."

Como devemos dizer: "Acho essa palavra ofensiva, então, por favor, não a use mais."

 

Como dizemos: "Não temos condições de comprar isso."

O que eles ouvem: "Dinheiro é a solução para tudo."

Como devemos dizer: "A loja está cheia de ótimos produtos, mas já temos bastante em casa e não vamos levar mais nada."

 

Como dizemos: "Não se preocupe, vai ficar tudo bem."

O que eles ouvem: "Você faz muito drama!"

Como devemos dizer: "Entendo perfeitamente o que você deve ter passado. Conte para mim."

 

Como dizemos: "Não fale com estranhos."

O que eles ouvem: "Todo mundo que não conheço quer me fazer mal."

Como devemos dizer: "Não fale com pessoas que deixam você inseguro ou pouco à vontade."

 

Como dizemos: "Aprenda a partilhar."

O que eles ouvem: "Dê as suas coisas."

Como devemos dizer: "João gosta muito de brincar com seu carrinho, mas ele ainda é seu e ele vai devolvê-lo."

 

Como dizemos: "Por que você chegou depois da hora combinada?"

O que eles ouvem: "Você errou novamente."

Como devemos dizer: "Imagino que tenha chegado tarde porque estava se divertindo, mas, ainda assim, não está certo."”

 

 

Pais Conversando com Filho 9.png

 http://professortadeupatricio.blogspot.pt/2012/03/voce-que-15-marco-e-o-dia-nacional-da.html

 

Fonte: http://blogduclone.blogspot.pt

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Ontem partilharam comigo este artigo e, realmente, faz todo o sentido. É uma amostra de que realmente só damos importância a certas questões quando elas se tornam fisicamente reais o que, nalgumas patologias mentais, pode representar fins demasiado trágicos.

 

Tomei a liberdade de traduzi-lo. Acho que os senhores do Huffington Post não me irão processar :)

 

Não é segredo que existe um estigma sério associado à doença mental. De acordo com o CDC, apenas 25% das pessoas com doença mental sentem compaixão e simpatia por parte dos outros. É uma estatística vergonhosa quando 1 em cada 4 pessoas sofre/ sofreu de alguma forma de doença mental.

 

Os profissionais dizem que parte do problema quando alguém com doença mental é criticado está relacionado com a falta de empatia e conhecimento acerca da mesma. Ainda, apesar de todas as evidências e esforços no sentido de uma compreensão alargada por parte da população em geral, muitas pessoas ainda não percebem que ser diagnosticado com uma doença mental não é algo que possa ser controlado pela pessoa em questão - tal como não o pode uma constipação, uma intoxicação alimentar ou cancro.

 

Numa tentativa de re-enquadrar esta posição, o artista Robot Hugs criou uma BD que mostra como seria se tratassemos a doença física como tratamos a doença mental. Veja abaixo.

 

Dá que pensar, não?

o-ROBOT-HUGS-570.jpg

fonte: www.huffingtonpost.com

 

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Sorteio "Onde está a avó?"

por centrosermais, em 18.11.14

PassatempoOndestaAvo_Nov14_final-01.png

 ... e a nossa semana inicia-se com novidades que nos deixam muito felizes.

 

Se fizer uma visita mais alargada pelo blog, perceberá que escrevemos frequentemente sobre o modo como os livros podem ajudar os pais a abordar algumas questões mais difíceis com os seus filhos.

 

O livro que divulgamos hoje é um exemplo maravilhoso disso mesmo. "Onde está a avó?" traz a lume o conflito que se instala quando perdemos alguém. E, talvez, principalmente, quando precisamos de explicar aos mais pequenos o que significa essa palavra tão pesada quanto "morte".

 

O Ser Mais em parceria com Claudia Marques, a autora do livro, irá sortear um exemplar do mesmo.

Para participar:
1) Ter uma página pessoal;
2) Fazer like/ gosto na página Ser Mais e na página Contos com amoras;
3) Partilhar a publicação (modo "Público") que está publicada na página Ser Mais;
4) Comentar a referida publicação, identificando/ com tag de 3 amigos;

- O passatempo decorre de 17 a 28 de Novembro de 2014;
- O vencedor será revelado até ao dia 5 de Dezembro através do www.random.org;
- Cada pessoa pode participar várias vezes, desde que identifique, em cada comentário, 3 amigos diferentes, ficando habilitado pelo nº de vezes que concorrer;
- Partilhas que não sejam públicas não poderão ser consideradas;
- O prémio será enviado por correio após reclamação do mesmo.

 

Boa sorte!! :-)

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Amizade é tudo!

por centrosermais, em 17.11.14

“Toda a gente é capaz de sentir os sofrimentos de um amigo. Ver com agrado os seus êxitos exige uma natureza muito delicada.” Wilde, Óscar

 

Uma curta animação sobre a verdadeira amizade.

 

 

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Parentalidade Positiva#15

por centrosermais, em 13.11.14

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      Com a entrada no 1º ciclo, muitas são as dúvidas e expetativas dos pais em relação ao desempenho escolar dos seus filhos. Não há dúvida que todos os pais querem o melhor para os seus filhos e com a escola não é exceção, também aqui esperam que os seus filhos não só venham a ser bons alunos como também alunos dedicados.

      Mas por vezes quando as matérias começam a complicar e exigem maior concentração e dedicação por parte dos alunos, o cenário altera-se e é aqui que fica difícil perceber o que fazer para inverter a situação.

      Antes demais, enquanto pais devem desde cedo proporcionar um ambiente de estudo adequado em suas casas. É importante, mesmo quando eles ainda são pequeninos – 4/5 anos –, habituarem-se a ter um espaço em casa para aprender coisas novas e que o reconheçam como tal no futuro. Quando a criança chega à idade escolar, vai com certeza escolher esse local como o ideal para fazer os trabalhos da escola ou estudar. Claro está, que é sempre importante que os pais o acompanhem nesse processo e acreditem que as dificuldades são muitas vezes ultrapassadas, ou até mesmo evitadas, se desde tenra idade os pais explicarem a importância de estudar para a vida futura da criança.

      Quando ainda assim, as dificuldades persistem, não desistam dos vossos filhos:

  • Conversar com o seu filho para perceber o porquê das dificuldades: “O que é que se anda a passar para andar mais distraído?”; “Aconteceu alguma coisa na escola?”; etc;
  • Fazer uma retrospectiva da vossa vida nos últimos tempos a fim de perceber se houve algum acontecimento que possa ter desencadeado essa falta de atenção, falta de interesse;
  • Entrar em contacto com o Professor Titular ou com o Diretor de Turma e marcar uma hora de atendimento – lembrem-se que o envolvimento escola/família é fundamental;

 

      É importante evitar o castigo, a punição, valorizem sempre a Educação pela Positiva – procurem sempre recompensar o esforço através de elogios, do reconhecimento, de pequenos prémios como mais 15min de T.V. (em vez de a “tirar” por completo), um passeio no fim de semana ao local preferido dele, ser ele a escolher o jogo para jogar em família, ser ele a escolher a comida na 6f , entre outros.

      Para além de tudo isto, é fundamental darem o “exemplo” aos vossos filhos. Ou seja, não os queiram pôr a estudar, principalmente os mais pequeninos, enquanto assistem a um filme ou um jogo na televisão, por exemplo. Nessa altura, arranje qualquer coisa para fazer (organizar contabilidade, porque não; ou ler um livro/jornal) e sente-se com ele, vai ver que atitude muda completamente.

 

      “Aprender” é desenvolvermo-nos, é tornarmo-nos adultos mais capazes. Ajudem os vossos filhos a olhar para a escola de uma forma mais positiva.

 

http://carlosamarques.blogspot.pt/2013_01_01_archive.html

http://carlosamarques.blogspot.pt/2013_01_01_archive.html 

Márcia Fidalgo

Professora de 1º Ciclo e de Educação Especial

 

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Parentalidade Positiva#14

por centrosermais, em 06.11.14

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