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Ao navegar ontem pela Net, fui de encontro a este artigo e logo me pareceu que seria interessante partilhá-lo convosco.

Pois trata-se, então, de um artigo que nos põe a pensar se devemos ou não alterar a forma como por vezes nos dirigimos aos mais novos/ adolescentes. Bem sabemos que quando falamos para as nossas crianças, a nossa intenção é sempre a melhor – dar conselhos, ajudá-la a decidir pelo melhor, etc. –, no entanto não nos apercebemos que por vezes podemos estar a passar a ideia errada.

 

Será que é mesmo importante substituir algumas das palavras ditas “prejudiciais” por outras mais “atenciosas” para que dessa forma ajudemos de forma mais ativa na construção das suas personalidades? Ou será que eles entendem bem o que dizemos e a forma como o dizemos? Com isto, está lançado o desafio ao debate. Queremos a vossa opinião! Que vos parece?

 

Seguem algumas das expressões tal e qual como estão no artigo:

 

“Como dizemos: "Para mim, você é o melhor."

O que eles ouvem: "Sua função é me fazer feliz."

Como devemos dizer: "Você deveria sentir orgulho do esforço que fez."

 

Como dizemos: "Olha a língua!"

O que eles ouvem: "Ignorei o que você está tentando dizer."

Como devemos dizer: "Acho essa palavra ofensiva, então, por favor, não a use mais."

 

Como dizemos: "Não temos condições de comprar isso."

O que eles ouvem: "Dinheiro é a solução para tudo."

Como devemos dizer: "A loja está cheia de ótimos produtos, mas já temos bastante em casa e não vamos levar mais nada."

 

Como dizemos: "Não se preocupe, vai ficar tudo bem."

O que eles ouvem: "Você faz muito drama!"

Como devemos dizer: "Entendo perfeitamente o que você deve ter passado. Conte para mim."

 

Como dizemos: "Não fale com estranhos."

O que eles ouvem: "Todo mundo que não conheço quer me fazer mal."

Como devemos dizer: "Não fale com pessoas que deixam você inseguro ou pouco à vontade."

 

Como dizemos: "Aprenda a partilhar."

O que eles ouvem: "Dê as suas coisas."

Como devemos dizer: "João gosta muito de brincar com seu carrinho, mas ele ainda é seu e ele vai devolvê-lo."

 

Como dizemos: "Por que você chegou depois da hora combinada?"

O que eles ouvem: "Você errou novamente."

Como devemos dizer: "Imagino que tenha chegado tarde porque estava se divertindo, mas, ainda assim, não está certo."”

 

 

Pais Conversando com Filho 9.png

 http://professortadeupatricio.blogspot.pt/2012/03/voce-que-15-marco-e-o-dia-nacional-da.html

 

Fonte: http://blogduclone.blogspot.pt

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2 comentários

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De a carolina a 25.11.2014 às 16:26

Parabéns pelo post e obrigada pelas dicas.
É muito interessante e temos que ser conscientes das expressões que usamos para nos dirigir às outras pessoas, não só aos nossos/as filhos/as. Permite-nos melhorar e entender que às vezes não fazemos as coisas como gostaríamos.


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De centrosermais a 25.11.2014 às 17:26

Obrigada Carolina :)
Sim, até porque às vezes nós próprios ficamos sem perceber certas reações dos outros. Se calhar a explicação estará mesmo na forma como nos expressamos...

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