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"Quem alimenta, cuida"

por centrosermais, em 21.01.14

Ao pensar “O meu filho está mais gordinho, será normal para a idade?; poderá estar a sofrer ou vir a sofrer de obesidade?”, já está sem querer a ajudar o seu filho. Ou seja, ao pensar desta forma, relativamente ao facto se o seu filho está ou não a sofrer de sintomas de obesidade infantil, só demonstra que é um pai ou uma mãe preocupado com o bem estar do seu “mais que tudo”.

 

É importante, assim que se aperceber de que algo pode estar a caminhar no sentido errado, agir o mais depressa possível. Ler sobre o assunto e falar com outras pessoas que já passaram ou estão a passar pelo mesmo, poderá ser o primeiro passo a dar, pois desta forma sente que não está sozinho e ajudá-lo-á a ganhar confiança e mais capacidades para aprender a lidar com a situação.

 

Em seguida e sabendo que a obesidade não é facilmente tratável, é impreterível a sua prevenção, e começar desde logo a procurar soluções alternativas à nossa atual Educação Alimentar (bem sabemos que, muitas vezes, se baseia em refeições fast-food).

 

Como estratégias de prevenção é-nos sugerido, na literatura: uma relação positiva com a alimentação, incentivar aos bons hábitos alimentares, acompanhados sempre, e de muito perto, de exercício físico.

 

A prevenção tem, assim, como principal objetivo incitar os mais jovens a optarem por uma vida mais saudável e a incutirem essa ideia uns nos outros.

 

Pode ter a certeza, pai ou mãe, que quando crescerem e se tornarem homens e mulheres adultos, os seus filhos vão-lhe agradecer, porque “quem alimenta, cuida”.

 

www.centrosermais.com

 

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