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Se não comes ao almoço o que tens no prato, comes ao lanche.”

“Não arrumaste o teu quarto! Não podes ver televisão.”

“Não tiveste cuidado e estragaste a bicicleta, então não vais jogar futebol!”

“Partiste a janela do vizinho, então ficas sem computador.”

 

Soa-lhe familiar? Estas são frases típicas que anunciam o castigo, como forma de punição por um comportamento desadequado ou pela ausência do comportamento desejado.

 

E agora pergunto:” Os castigos costumam resultar com os seus filhos?” E muitos dos Pais responderão que sim. Que geralmente resultam. E dirão corretamente, pois os castigos costumam ser eficazes, mas no momento. O que é que eu quero dizer com isto? Que o castigo funciona como forma de resolução imediata da situação, contudo, os castigos não resultam a longo prazo.

 

castigo não tem uma ligação lógica com o comportamento/situação, logo não ensina e não proporciona à criança o desenvolvimento da responsabilidade pelos seus atos. Se o comportamento do seu/sua filho/a muda devido aos castigos, é provável que seja por medo dos mesmos, e não porque tenha aprendido alguma coisa (quer dizer, talvez tenha aprendido a mentir sobre o seu comportamento para se proteger). Além de que, na maioria das vezes, o castigo gera sentimentos de raiva, injustiça e agressividade na criança, que não percebe porque é que não pode ver o seu programa favorito na televisão ou porque não pode usar o computador, pois as punições nada têm a ver com o “erro” da criança.

 

Por outro lado, temos as consequências, que fazem a ligação entre o comportamento e um resultado lógico e coerente. Todos os nossos comportamentos e ações têm consequências. Umas boas e desejáveis, outras menos boas e que nos custam mais a aceitar. Mas, como adultos, sabemos que fazem parte da vida. Ora, com as crianças não tem que ser diferente, muito pelo contrário.

 

Uma consequência natural é aquilo que resultaria da acão de uma criança, caso não houvesse intervenção de um adulto.

Por exemplo: se a criança se deixar dormir e perder a carrinha para a escola, a consequência natural seria ter de ir a pé. Se não quisesse vestir o casaco, iria apanhar frio. Se não comesse o almoço, iria ter fome, pois só comeria novamente na hora habitual do lanche. Se partir um brinquedo num ataque fúria, pois irá ficar sem ele.

 

Claro que há situações em que os pais não podem deixar as consequências naturais acontecerem, quando representam perigo para a criança ou para os outros e quando a consequência natural demorará muito tempo a acontecer (perde o efeito).

 

Já uma consequência lógica, por seu lado, é planeada pelos pais como consequência negativa ligada a um comportamento incorreto.

Exemplo: se a criança parte uma janela do vizinho a jogar à bola, uma consequência lógica seria ela ter de fazer uma série de tarefas para juntar o dinheiro necessário para pagar os estragos. Não arrumou a bicicleta na garagem, ela estragou-se, então sairá da sua semanada o dinheiro para o arranjo. Viu mais televisão do que lhe é permitido, no dia seguinte esse tempo ser-lhe-á descontado. Não arrumou o quarto, ficará então assim, pois os Pais não o farão por si. Não colocou a roupa suja no cesto, então ela não será lavada (Ai, se tiver lá aquela t-shirt preferida).

 

Recorrendo às consequências os Pais estão a agir no sentido de não proteger os filhos das consequências negativas dos seus atos, ajudando-os a aprender com os seus erros, sem gritos, zangas, dor física (castigo físico) e humilhações. Assim, é importante, para que resulte, que apresente antecipadamente aos seus filhos as diversas consequências dos seus comportamentos, para que eles possam pensar sobre elas e escolher, percebendo que são responsáveis pelas decisões que tomarem e pelas consequências das mesmas.

 

Retirada do Pinterest

Foto retirada do Pinterest 

Fonte: Peças de Família

 

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Incentive o seu filho a falar.

por centrosermais, em 22.04.15

     A partir do nascimento do seu filho, a comunicação entre os dois passa a ser através dos olhares enquanto conversam, através dos sorrisos e da linguagem corporal. A principal fonte de comunicação do seu bebé é, sem dúvida, o choro até por volta dos 2/3meses. A partir dos 3 meses, ainda que não pareça, o seu bebé já vai querer começar a tentar “falar” consigo – através dos “ba…ba…ba…; ta…ta…ta…”. Ou seja, assim que ele comece a fazer vários sons sem sentido, repetições constantes, parecendo até que está a falar outra língua, é sinal de que o seu filho está ansioso para comunicar com os adultos. É então, neste altura que o devemos incentivar a falar ainda mais de modo a não perder essa vontade. Como? Muito simples, basta aproveitar todos os momentos em que estão juntos para o ajudar no desenvolvimento da sua linguagem:

 

  • Fale muito com o seu filho, logo desde que ele nasce, dando-lhe toda a atenção. Se necessário coloque-se ao nível dele de maneira a falar com ele olhando-o nos olhos. Fale sempre com clareza e de forma pausada enquanto, por exemplo, o está a vestir, falando-lhe das roupas, do corpo, enquanto lhe está a dar de comer, falando-lhe dos alimentos.

 

  • Dedique toda a sua atenção quando o seu filho estiver a falar consigo. Seja tolerante e deixe-o terminar sempre a sua ideia, mesmo que já saiba o que ele quer ou pretenda dizer, não termine as palavras por ele.

 

  • O uso de livros de forma rotineira, também é uma boa opção, principalmente com imagens, na medida em que o ajuda a desenvolver vocabulário e a associar a palavra ao seu objeto.

 

  • Quando o seu filho falar mais “à bebé” ou de forma incorreta, por mais engraçado que ache, não incentive mas também não o corrija, pois pode deixá-lo desconfortável com o ato de falar. Ou seja, quando uma destas situações acontecer não faz mais senão, repetir o que ele disse da forma correta.

 

  • Por fim, sugerimos ainda muita paciência e que responda a todas as questões do seu filho, mesmo quando pareça que nunca mais têm fim. Tente sempre que possível ir um pouco mais além que aquilo que ele perguntou acrescentando algumas informações adicionais.

 

 

     Posto isto, à medida que ele se vai sentindo mais confortável em se expressar através da fala, menores vão ser as suas frustrações e assim, de uma forma saudável, o desenvolvimento da fala vai amadurecendo e vai notar com certeza uma maior interação entre vocês.

 

Foto retirada do pinterest.

Foto retirada do pinterest.

 

Márcia Fidalgo

Professora de 1º Ciclo e de Educação Especial

 

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Matrículas no 1º ciclo e no Jardim de Infância

por centrosermais, em 16.04.15

As matrículas no 1º Ciclo e no Jardim de Infância começaram ontem (15 de Abril) e terminam a 15 de junho de 2015. 

 

Aconselhamos a não ir já nos primeiros dias, acaba por perder algum tempo à espera. Tem até dia 15 de junho! 

 

Nota: Não tem prioridade, pelo facto de ser dos primeiros a entregar a matrícula. 

 

Respondemos de seguida a algumas questões que poderão ser do seu interesse. Ora bem:

 

1- Com que idade posso inscrever o meu filho no Jardim de Infância?

"A frequência da educação pré-escolar é facultativa e destina-se às crianças com idades compreendidas entre os 3 anos (completados até 31 de dezembro) e a idade de ingresso no 1º ciclo do ensino básico." (nº2, do artigo 3º - Despacho n.º 5048-B/2013)

 
 
2- E no 1º Ciclo com que idade devo inscrever o meu filho?
"A frequência do ensino básico ou do ensino secundário é obrigatória para os alunos com idades compreendidas entre os 6 (completados até 15 de setembro) e os 18 anos". (nº3, do artigo 3º - Despacho n.º 5048-B/2013)
 
 
3- E se o meu filho fizer os 6 anos depois de 15 de setembro, posso inscrevê-lo?
"As crianças que completem os 6 anos de idade entre 16 de setembro e 31 de dezembro podem ingressar no 1.º ciclo do ensino básico se tal for requerido pelo encarregado de educação, dependendo a sua aceitação definitiva da existência de vaga nas turmas já constituídas (…)". (nº6, do artigo 4º - Despacho n.º 5048-B/2013)
 
 
4- Como posso fazer a inscrição?
A inscrição pode ser feita presencialmente (na sede do agrupamento) ou on-line (através aplicação informática disponível no Portal das Escolas [www.portaldasescolas.pt]). 
 
 
 
Documentos necessários no ato da matrícula para Jardim de Infância:
ALUNO:
  • 1 fotografia tipo passe (original e não fotocópia);
  • Documento de identificação válido (Assento de Nascimento/ B.I./ C.C./ Passaporte / Autorização de residência);
  • N.I.S.S. (n.º de identificação da segurança social);
  • N.I.F. (n.º de contribuinte);
  • N.U.S. ( n.º do cartão de utente – no Centro de Saúde informam o NISS e o NUS );
  • Boletim de vacinas atualizado;
  • Comprovativo de residência do encarregado de educação: recibo da água ou eletricidade (+ fotocópia) ou comprovativo do local de trabalho do Encarregado de Educação, devidamente autenticado pela entidade patronal.

 

ENCARREGADO DE EDUCAÇÃO:

  • Documento de identificação válido (Assento de Nascimento/ B.I./ C.C./ Passaporte / Autorização de residência);
  • N.I.F. (n.º de contribuinte).

 

Documentos necessários no ato da matrícula para o 1º Ciclo:

ALUNO:
  • 1 fotografia tipo passe (original e não fotocópia);
  • Documento de identificação válido (Assento de Nascimento/ B.I./ C.C./ Passaporte / Autorização de residência);
  • N.I.S.S. (n.º de identificação da segurança social);
  • N.I.F. (n.º de contribuinte);
  • N.U.S. ( n.º do cartão de utente – no Centro de Saúde informam o NISS e o NUS );
  • Boletim de vacinas atualizado;
  • Comprovativo de residência do encarregado de educação: recibo da água ou eletricidade (+ fotocópia) ou comprovativo do local de trabalho do Encarregado de Educação, devidamente autenticado pela entidade patronal;
  • Ficha de Ligação a preencher pelo Médico de família ou Pediatra.

 

ENCARREGADO DE EDUCAÇÃO:

  • Documento de identificação válido (Assento de Nascimento/ B.I./ C.C./ Passaporte / Autorização de residência);
  • N.I.F. (n.º de contribuinte);
  • Comprovativo de morada.

NOTA: Deverá levar consigo os originais e respetivas fotocópias.

 

escola.jpg

 

 

Para mais informações consultar:

Despacho n.º 5048-B/2013

 

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Com o recomeço das aulas, e com o último período escolar em vista, nada melhor que relembrar alguns dos nossos artigos sobre bons hábitos de estudo.

 

Aqui vos deixamos dois artigos que vão ajudar de certeza ao sucesso das vossas crianças/ jovens.

 


Falta de estudo ou falta de método?


Os 10 hábitos de estudo dos estudantes de sucesso!

 

 

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Encontrado no pinterest

 

Bom estudo! :)

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Um grande video! Para ver e partilhar…

por centrosermais, em 01.03.15

 

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"Querida futura mamã"

por centrosermais, em 03.12.14

 

 

Encontrámos este video e não pudemos deixar de partilhar convosco. Tanta ternura, tanto amor… acreditamos que vai deixar as futuras de bebés com Trissomia XXI mais tranquilas, muito mais seguras e confiantes no futuro.

Obrigatório ver!

 

 

 

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Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

por centrosermais, em 03.12.14

Assinalamos este dia, porque acreditamos que:

"A verdadeira deficiência é aquela que prende o ser humano por dentro e não por fora, pois até os incapacitados de andar podem ser livres para voar." - Thaís Moraes

 

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http://escolabasican1ribeirao.blogspot.pt/2011/12/dia-internacional-das-pessoas-com.html

 

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Dicas para Pais de crianças com Trissomia XXI

por centrosermais, em 02.12.14

Como exemplo e sabendo que há inúmeras possibilidades e caminhos e a serem seguidos, aqui vão algumas sugestões (adaptadas de Espinosa de Gutiérrez) de soluções a problemas frequentemente encontrados. Apesar de se referirem a estudantes com deficiência intelectual em geral, também se aplicam a alunos com síndrome de Down.

 

– A aprendizagem se dá num ritmo mais lento
Devemos oferecer-lhe um maior número de experiências variadas para que aprenda o que o ensinamos

 

– Fica cansado rapidamente, sua atenção não se mantém por um tempo prolongado
Inicialmente, devemos trabalhar durante curtos períodos de tempo, aumentando-os pouco a pouco

 

– Às vezes não se interessa pela atividade, ou se interessa por pouco tempo
Devemos motivá-lo com alegria e com objetos chamativos e variados, para que se interesse pela atividade

 

– Muitas vezes não consegue realizar a atividade sozinho
Devemos ajudá-lo e guiá-lo apenas o necessário para que realize a atividade, até que consiga fazê-lo sozinho

 

– A curiosidade para conhecer e explorar o que está à sua volta é limitada
Devemos despertar nele o interesse pelos objetos e pessoas que o rodeiam, nos aproximando e mostrando as coisas agradáveis e chamativas

 

– É difícil para ele se lembrar do que já fez e do que aprendeu
Devemos repetir muitas vezes as tarefas já realilzadas, para que se lembrem de como fazê-las e para que servem

 

– Não se organiza para aprender sobre os acontecimentos da vida diária
Devemos ajudá-lo sempre a aproveitar todos os fatos que ocorrem ao seu redor, bem como lembrá-lo de sua utilidade, relacionando os conceitos com o que foi aprendido na sala de aula

 

– É mais lento ao responder
Devemos sempre esperar com paciência e ajudá-lo, estimulando-o ao mesmo tempo para que responda cada vez mais rapidamente

 

– Não costuma inventar ou procurar situações novas
Devemos conduzi-lo a explorar situações novas, a ter iniciativas

 

– Tem dificuldades em solucionar problemas novos, mesmo que sejam semelhantes a outros problemas vividos no passado

Devemos trabalhar permanentemente, dando-lhe oportunidades de resolver situações da vida diária, sem anteciparmos nem responder em seu lugar

 

– Consegue aprender melhor quando foi bem sucedido em situações anteriores
Devemos saber em que ordem devemos ensiná-lo, oferecendo muitas oportunidades de sucesso. Apresente situações que são possíveis para o aluno e aumente progressivamente o grau de dificuldade

 

– Quando conhece imediatamente o resultado positivo de sua atividade, se interessa mais em seguir colaborando

Devemos dizer-lhe sempre o quanto se esforçou, o quanto já alcançou, animando-o pelo sucesso já alcançado. Assim é possível que ele se interesse mais pela atividade e aguente trabalhar por mais tempo

 

– Quando participa ativamente da tarefa, aprende melhor e se esquece menos
Devemos planejar atividades em que ele intervenha ou atue como sujeito principal

 

– Quando se pede que ele realize muitas tarefas em pouco tempo, se confunde e rejeita a situação
Devemos selecionar as tarefas e dividi-las pelo tempo, de forma que não se confunda nem se canse

 

Cada etapa tem suas características próprias, mas é preciso prestar atenção especial a alguns aspectos, desde o começo da ação educativa no programa de estimulação precoce e ao longo de todo o processo educativo:

– A programação por objetivos

– O desenvolvimento das capacidades, tendo em conta que se trata de um processo evolutivo

– O desenvolvimento da atenção

– O desenvolvimento da percepção e discriminação

– O desenvolvimento das habilidades manuais

– A comunicação e linguagem

– O desenvolvimento da leitura, escrita e cálculo

– A educação para autonomia

– O desenvolvimento de valores

 

Vamos contribuir, deste modo, para formar um adulto que seja maduro, responsável e feliz, que seja:

– capaz de se sentir bem consigo mesmo

– disposto a sentir-se bem com os outros e a que os outros se sintam bem com ele

– capaz de enfrentar os desafios e as dificuldades que vierem

– pronto a resolver e tomar decisões por conta própria, contando com ajuda somente quando for necessário

–  capaz de assumir sua própria responsabilidade

 

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 http://veja.abril.com.br/noticia/saude/ministerio-da-saude-lanca-diretrizes-para-atendimento-a-pacientes-com-sindrome-de-down

 

Fonte: Movimento Down

 

 

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Ao navegar ontem pela Net, fui de encontro a este artigo e logo me pareceu que seria interessante partilhá-lo convosco.

Pois trata-se, então, de um artigo que nos põe a pensar se devemos ou não alterar a forma como por vezes nos dirigimos aos mais novos/ adolescentes. Bem sabemos que quando falamos para as nossas crianças, a nossa intenção é sempre a melhor – dar conselhos, ajudá-la a decidir pelo melhor, etc. –, no entanto não nos apercebemos que por vezes podemos estar a passar a ideia errada.

 

Será que é mesmo importante substituir algumas das palavras ditas “prejudiciais” por outras mais “atenciosas” para que dessa forma ajudemos de forma mais ativa na construção das suas personalidades? Ou será que eles entendem bem o que dizemos e a forma como o dizemos? Com isto, está lançado o desafio ao debate. Queremos a vossa opinião! Que vos parece?

 

Seguem algumas das expressões tal e qual como estão no artigo:

 

“Como dizemos: "Para mim, você é o melhor."

O que eles ouvem: "Sua função é me fazer feliz."

Como devemos dizer: "Você deveria sentir orgulho do esforço que fez."

 

Como dizemos: "Olha a língua!"

O que eles ouvem: "Ignorei o que você está tentando dizer."

Como devemos dizer: "Acho essa palavra ofensiva, então, por favor, não a use mais."

 

Como dizemos: "Não temos condições de comprar isso."

O que eles ouvem: "Dinheiro é a solução para tudo."

Como devemos dizer: "A loja está cheia de ótimos produtos, mas já temos bastante em casa e não vamos levar mais nada."

 

Como dizemos: "Não se preocupe, vai ficar tudo bem."

O que eles ouvem: "Você faz muito drama!"

Como devemos dizer: "Entendo perfeitamente o que você deve ter passado. Conte para mim."

 

Como dizemos: "Não fale com estranhos."

O que eles ouvem: "Todo mundo que não conheço quer me fazer mal."

Como devemos dizer: "Não fale com pessoas que deixam você inseguro ou pouco à vontade."

 

Como dizemos: "Aprenda a partilhar."

O que eles ouvem: "Dê as suas coisas."

Como devemos dizer: "João gosta muito de brincar com seu carrinho, mas ele ainda é seu e ele vai devolvê-lo."

 

Como dizemos: "Por que você chegou depois da hora combinada?"

O que eles ouvem: "Você errou novamente."

Como devemos dizer: "Imagino que tenha chegado tarde porque estava se divertindo, mas, ainda assim, não está certo."”

 

 

Pais Conversando com Filho 9.png

 http://professortadeupatricio.blogspot.pt/2012/03/voce-que-15-marco-e-o-dia-nacional-da.html

 

Fonte: http://blogduclone.blogspot.pt

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      Não sou mãe – ainda :) –, mas acredito que a gestão do tempo entre família/trabalho não seja tarefa fácil e que inevitavelmente alguns “assuntos” acabam por ficar para segundo plano. Infelizmente, a escola é, por vezes, uma delas. Ou porque acreditam no trabalho do professor, ou porque acreditam que é o “trabalho” do filho e que ele dá conta do recado, a verdade é que ainda há muitos pais que, se for preciso, conhecem pessoalmente os(as) professores(as) dos seus filhos somente no final do ano letivo. Confesso que me faz imensa confusão!

 

      Pois bem, por melhor aluno que seja o seu filho não será o suficiente, o envolvimento da família na vida escolar é fundamental para o desenvolvimento dele. A participação da família é importante e nada mais eficaz do que começar com uma conversa com o professor do seu filho para descobrir como e em que é que pode ajudar. É verdade que a família, principalmente nos nossos dias em que ambos os pais trabalham e que por vezes o tempo é muito escasso, tem de contar com a escola para cuidar dos seus filhos, no entanto essa responsabilidade tem de ser, obrigatoriamente, partilhada. Os pais não podem delegar essa função somente na escola.

 

      Assim sendo, como começar, então, a conversa com o professor? Várias são as formas que se encontram hoje ao dispor do encarregado de educação: caderneta do aluno, a hora de atendimento semanal ou mensal, o telefone, a hora de entrada e saída da escola… como vêem oportunidades não faltam, basta querer.

 

     Lembrem-se acima de tudo que o facto de se mostrarem interessados pelo desenvolvimento escolar do vosso filho é o primeiro passo para que ele melhore na escola.

 

      Deixamos-vos aqui 10 questões que podem servir de ponto de partida:

 

  1. O meu filho participa nas aulas?
  2. Como é o relacionamento do meu filho com o professor, com os colegas, com as auxiliares, com a escola em geral?
  3. Poderei ajudar nos trabalhos de casa?
  4. Como ajudar nos trabalhos de casa?
  5. Como me posso envolver na escola? De que forma?
  6. Com que frequência envia trabalhos de casa?
  7. Qual é o calendário das Atividades Escolares (festas, comemorações)?
  8. Qual a melhor forma de entrar em contacto com o professor?
  9. Como serão geridas as avaliações? Quantas por período? Datas?
  10. Como pode justificar as faltas? Quantas faltas pode dar?

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Márcia Fidalgo

Professora de 1º Ciclo e de Educação Especial

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